terça-feira, 19 de março de 2013

Whistling my name... Capitulo 13


Todas noites chorei até dormir, pensando “ porquê aconteceu isto comigo? ”. Qual a razão para que tudo na minha vida tenha que ser tão difícil?  Hoje será mais uma noite em que o martírio não acabara por aqui. São os últimos dias para o dito casamento à pressão. Alessandro desde aquele dia em França que se afastou de mim. Em contra partida encarregou-me de todos os preparativos para o casamento, porém salva-me ter pessoas trabalhando para mim para resolver quase na integra esse assunto...
Supostamente é o dia mais feliz da vida de uma mulher, para mim significa uma dura caminhada para o fim da minha dignidade e liberdade aqui na terra. Sigo qual cordeiro indefeso para a toca da sua presa. Como posso estar satisfeita com a minha situação? Vou casar obrigada e sem um pingo de devoção. Odeio-o pelo que me fez passar e odeio-o ainda mais pela simples razão de nunca ter acreditado em mim. Playboy de merda, convencido, estúpido. Como pude algum dia me apaixonar por este crápula. Mas que vida...
Toca o telemóvel. Não é preciso ver para saber quem é. Alessandro. Respiro fundo e atendo a chamada.
- Onde estás? Precisamos conversar. Vem já para casa.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Whistling my name... Capitulo 12


Eu só quero sair daqui. É tudo que peço. Não fiz mal a ninguém para merecer tamanho castigo. Faz dias que estou presa neste sítio imposto pela guarda. E pouco demorou para que me torna-se no alvo mais apetecível para servir de saco de pancada.
            Tudo isto porque alguém que um dia achei amar e pensei que se preocupava comigo, me atirou borda fora da sua vida sem para-quedas nem bote salva-vidas.
- Reclusa Lana, redija-se ao interior do edifício. – Falara o difusor do recinto.
Ao entrar, fui arrastada para uma sala pequena e pouco iluminada. Nas sombras um homem aguardava paciente a minha chegada. E num ápice as portas fecharam-se nas minhas costas.
- Quem é o senhor? – Inquiri assustada.
- Já não sabes quem sou eu Lana? – Perguntou o estranho em voz grossa aproximando-se de mim.
Qual não é o meu espanto, quando contemplo o rosto do individuo. Aqueles traços eram inconfundíveis  E o seu olhar jamais fácil de esquecer. Alessandro...
- O que se passa Lana? Por quê tanto espanto?
- Tu? Tu...voltaste? – Disse atrapalhada.
- Sim.
- Sim? Só tens isso para me responder?
- Sim.

Whistling my name... Capitulo 11


Tenho vagueado dias sem fim por trilhos desconhecidos. Tenho passado por situações que nunca pensei viver. Sem dinheiro, sem documentos de identificação. Num país completamente estranho. Abandonei o hotel mal me abriram a porta. E usei o dinheiro nojento que Alessandro me atirara à cara para pagar a estadia. Nunca esperei tal atitude dele. Não sei o que fazer. Estou perdida neste buraco que chamam França. Tenho fome. Tenho sede. Mas aqui eu não sou ninguém. Nem sequer existo. Se morrer não sentirão a minha falta.
É difícil saber exactamente para onde ir, quando não tenho rumo algum. Ao longe começo a observar um bairro se formando. Não parece ser bem-frequentado, as pessoas tão pouco parecem-me ser bem intencionadas  A agitação que observo aproximando-me é de “casas” para rapazes disfarçadas de botequins. Olhos ávidos consumiam-me ao verem-me passar.
- Salut, jolie fille voulez aider? – Disse uma voz.
Eu não entendi nada. E continuei o meu caminho não sei para onde. Quando sinto agarrarem-me.
- Vous n'avez pas entendu? – Perguntou um homem grotesco.
pânico enfim brotava do meu interior e me alertava para o perigo que se seguiria. Estava condenada agora.
- Vous n'êtes pas d'ici. Immigrant. Ter lugar para ti. Vem. – Disse arrastando-me para um beco.
Acreditei que aqui e neste exacto momento estava tudo decidido e acabado para mim. Quando de repente, o beco mostrou uma porta oculta. E empurrou-me lá para dentro.
- Boss la viande fraîche.

Pensamentos…


Estive pensando,
Pensando sobre,
O que queria ser…
A história da minha vida.
As mentiras que criei…,
… no meio do nada.
Se quisesse terminar,
Rir de tudo na cara?
Se caísse no chão,
Não pudesse mais aguentar?
Que farias?
Estou no fundo,
E é onde pretendo continuar.
Vem, arruína-me!
Enterra-me!
Eu acabei contigo!
Mas, e se quiser lutar,
Pedir pelo resto que sobra da minha vida?
Dizes que queria mais,
Mais do que és capaz de dar.
Tinhas razão!
Eu quero mais...
E já não estou mais correndo de ti,
Por isso mesmo.
Eu tentei ser outra pessoa,
Mas nada pareceu mudar!
E sei agora,
Enfim a saída,
Eu topei…,
lá no final…
Lutando por uma chance,
Na história da minha vida,
As intrujices criadas,
Foste um tropeção, tu!
Olha-me nos olhos,
Acabei contigo!
Tudo que queria,
Era ab-rogar [1] de vez!










[1] Revogar, eliminar.

ExpoEventos e Prémios da Gala dos Eventos 2013 -- benificie de condições especiais para entidades parceiras

A ExpoEventos regressa ao Fontana Park Hotel, a 4 e 5 de Julho. A programação, vai incluir, como habitualmente, os Seminários Gest, sobre Organização e Gestão de Eventos e a entrega dos Prémios do Sector, durante a Gala dos Eventos que terá lugar a 5 de Julho.
Beneficie de condições especiais para entidades parceiras, como expositor (solicite à organização o Boletim de inscrição, com modalidades a partir de 127€)

Participe com candidaturas aos Prémios da Gala dos Eventos, com modalidades de participação a partir de 90€. A simples participação, independente da conquista de primeiros lugares, já permite por si uma exposição privilegiada junto de um importante painel de operadores, compradores e opinion makers do sector dos eventos e do turismo de negócios.
Consulte aqui o regulamento e todas as categorias e prémios: Regulamento Gala dos Eventos. 
Um Júri constituído por personalidades especialistas em diversas áreas, será o garante da qualidade e rigor na apreciação das candidaturas: Júri dos Prémios da Gala dos Eventos. 
Contacte a organização – info@expoeventos.org ou tel. 915 443 722 -- com a maior brevidade, para usufruir das vantagens do periodo promocional, em vigor até ao próximo dia 30 de Março, sendo o limite final para a entrega das candidaturas o dia 15 de Maio.