segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bolo de chocolate


Ingredientes:

Bolo:
200g Chocolate Preto Culinária Nestlé
5 Ovos
150g Açucar
100g Manteiga
100g Amêndoa Moída
75g Farinha
1 Colher de café de fermento

Massa:
250mL de Natas
6 Colheres de sopa de açucar

Cobertura:
200g Chocolate Preto Culinária Nestlé
2 Colheres de sopa de Manteiga

Derreter a manteiga e o chocolate em banho-maria e deixar arrefecer. Bater as 5 gemas com o açúcar e juntar ao chocolate. Adicionar ao preparado anterior a farinha, a amêndoa moída e o fermento. Bater as claras em castelo e incorporar de forma  a ficar uma massa homogénea.
Untar a forma com manteiga e polvilhar com farinha. Verter a massa para a forma. Levar ao forno a 180ºC durante aproximadamente 50minutos.
Depois do bolo estar frio, bater as natas com o açúcar  Abri-lo ao meio e rechear. De seguida derreta o chocolate com a manteiga em lume brando. Deixar amornar e cobrir o bolo.

Nota: quem quiser pode polvilho com coco

My sweet broken Angel... Capitulo 9


Haviam passado dois meses deste o atentado. Eu ainda continua assustada e em choque. E mesmo que quisesse esquecer, algum cortes tinham sido profundos e haviam deixado marcas. Contudo descobri algo, que este sempre diante dos meus olhos e eu não fui capaz de ver. O  meu patrão apaixonara-se por mim. Se assim não fosse não tinha tido aquelas atitudes, nem tão pouco estivera sempre ao meu lado. Mas desde que saíra do hospital que ele se afastara. Com o trauma também nem fora procura-lo. Talvez porque ainda tenha medo. Talvez eu tenha sonhado que ele gosta de mim. Talvez seja melhor assim.
            Depois do sucedido presumo que nem a minha avó me deixe sair mais de casa sozinha ou me autorize a aproximar de outro homem. Mas se for verdade? Se o Gustavo gostar de mim? Tenho medo. É verdade. Mas ele desperta em mim sentimentos estranhos. Sinto-me intimidada perto dele, porém adorava que me agarra-se em seus braços. Ele tem algo de especial. Acredito mesmo que se ele não me tivesse encontrado. Neste preciso momento eu já não faria parte do mundo dos vivos. Será que devo dar o primeiro passo? Não. Já me magoei que chegue. Já sofri o suficiente. A minha vida nunca irá mudar. Mentaliza-te. Vou ficar por aqui olhando apenas pela janela.

My sweet broken Angel... Capitulo 8


Vinha caminhando pela rua quando o meu telemóvel tocou. Era número privado. Então atendi a chamada.
- Sim?
- Olá. Como estás? Hoje estás muito bonita.
- Ryan?
- Sim, meu amor. Temos de falar.
- Eu não tenho nada para falar contigo. Adeus.
De repente vi ao fundo da rua ele saindo do carro e rindo-se para mim. O seu sorriso não era normal. Ele não parecia normal. E numa das mãos podia jurar que algo brilhava. Ao ver que parara. Fechou o carro e começou a caminhar em passo apressado na minha direcção. Algo dentro de mim avisava-me para fugir. O meu sangue começava a circular velozmente nas veias. E então foi quando pude ver. Ele tinha uma navalha nas mãos. Ao aperceber-se que eu percebera. Apressou ainda mais o passo e começou a gritar:
- Estás com medo de mim? Eu não te vou fazer mal. Mas foste uma menina feia. Já sei que tens outro. Anda cá não fujas.
Ele ia fazer-me mal sim. Aquele não era mais o Ryan que conhecera  Comecei a correr rua abaixo e entrei na mata tentando despista-lo. Atrás de mim podia ouvi-lo ameaçando-me e rindo. Gritando para não fugir. Ou era bem pior quando me apanha-se. O que faço? Tentei ligar para alguém, e liguei para Gustavo. Era o número que tinha em primeiro lugar nas chamadas marcadas e pedi-lhe ajuda.
- Estás a falar com quem doçura? – Gritou Ryan agarrando-me o braço.
- “Aló. Nina? Nina!
- A Nina não pode mais atende-lo. Não sabe que ela tem namorado! – E desligou o telemóvel  – Eu avisei-te meu amor.
- Larga-me Ryan! Nós não temos mais nada. Pára com esta loucura. Por favor.
- Loucura? Tu abandonaste-me porque já tinhas outro. Isso é tão feio Nina. – Disse ele passando a navalha pelo meu corpo. – Tu agora vais dar-me o que prometeste. Serás toda minha! Ou aqui a minha amiga vai gostar de brincar contigo também.
Ele começou a beijar-me e a tocar-me o corpo todo. De seguida jogou-me no chão. E tentou despir-me. Eu não podia permitir que continua-se. Não podia. Preferia mesmo a morte.
- E é bom que faças gemidos. Não quero sentir-me a fazer amor com uma boneca!
- Vem então. Toca-me.
Ryan subiu para os meus seios e começou a deleitar-se. Esperei o momento oportuno para conseguir soca-lo no meio das pernas e tentar fugir. Mas mal o fizera e ele rapidamente me agarrou e cortou-me o braço.
- Queres brincar não é? Vamos a isso. Quantos cortes irão ser precisos para suplicares que pare?
- Faz o que quiseres! Não tenho medo de ti!
Envolvemo-nos numa luta injusta. Pois eu nunca teria mais força que ele. Muito menos quando ele estava armado. Rebolávamos pelo chão e a certa altura já nem sentia mais os cortes que me eram infligidos. Começara a ver pontinhos pretos a turvar-me a vista e a sentir-me enfraquecida  Ele há algum tempo que parara com as agressões. Ao sentir-me cada vez mais imóvel e inconsciente. Quando de repente antes de adormecer de vez, pude ver o Ryan ser afastado de mim e ver a cara de Gustavo.


domingo, 20 de janeiro de 2013

انها حتى


Achas mesmo que me conheces de verdade?
Possuo várias chagas, e não apenas uma simples cicatriz, embelezando o corpo. Como as que circulam por aí entre nós.
Se se apaixonam, é pela fraqueza dentro de mim. Nunca fui quem aparento, nem a fraca que demonstro.
São capazes de imaginar o que significa chorar horas a fio e ao ser descoberta. Tornar-me na maior chacota da época? Cuspirem-me na cara injúrias, insultos e zombarias?
Por acaso, mas só por acaso sabes o que é sofrer por imposição. Não por escolha tua? Ou então melhor, já sentiste culpa e remosos por um ultraje, uma trágedia descomunhal devido a acções várias? Deliberadamente culpado! Por bem ou por mal... Condenação perpetua.
Gostas de mim? Estarias lá sempre para mim? Então mostra-me que isso te importa e chora. Afinal de que forma me vês?  Uma peça única? Mas quando sangro, podes contemplar o que o meu sangue da mesma cor que o teu.
Como ser capaz de amar esta proscrição, ou como posso eu te desejar? Quando a minha dor, a tua dor, é a minha dor e a mesma que a tua? A dor só minha é terminal.
Há sempre uma alternativa. Um outro caminho. Haverá?
Parece que aprendi a ser como todos vocês... ralé. Primeiro eu! Contudo será que ainda verei no teu olhar o desejo? Será que ainda ouvirei o que sentes quando me vês? Será que me despedaçará entrarmos no mesmo barco? Mas a minha dor, é a tua dor, e a minha dor é a mesma que a tua. A dor é incurável  Não somos anjos afinal. Onde andava com a cabeça. Mandei silenciar as vozes na minha cabeça. Abdiquei de juras e ocasiões. E sempre ouvi um não! Dentro da minha cabeça! Flashes incontáveis  Arrependimentos vorages! Uma alegria disfarçada. Um campo minado. Sim. Foi isso até agora a minha vida. Um campo minado esperando sempre que pise o sitio errado. Bocados da alma arrancados e agonia eterna. E na minha cabeça o constante conflito. Há sempre uma alternativa. Um outro caminho. Mas haverá mesmo? A serio que é algo que cada vez menos acredito.
O coração neste caso não tem opinião. Teria sofrido o dobro, se não triplo se sempre o tivesse levado em consideração. Já chega! Qual é a lei existencial que dá às pessoas o direito de fazer, o que fizeram... comigo? Qual é o meu mal? Que maldição? Que azar!
Está tudo tão calado. Devo ter perdido a cabeça. Silêncio. Só procuro um bafo de vida. Pura. Genuína!
Agora achas mesmo que me conheces de verdade? Ainda não viste nada.